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Projeto Haiti

Projeto Haiti Se você esperava uma oportunidade para conhecer de uma maneira mais ampla o campo missionário temos certeza de que aqui em nosso portal com certeza você vai encontrar tudo aquilo que tem procurado. Na realidade nossa intenção é levá-lo à íntegra do campo missionário, e temos trabalhado para que as imagens e o trabalho que realizamos sejam muito mais forte que mil palavras. Neste, por exemplo, te levaremos ao Haiti. Com uma população de 7,5 milhões de pessoas o Haiti é o país mais pobre das Américas, com taxa de desemprego em cerca de 70%. Dois terços de sua população vive na mais absoluta pobreza. Muitas famílias sobrevivem com menos de um dólar por dia e a expectativa de vida da população é de apenas 45 anos. Isto é resultado de brutal pilhagem colonial e imperialista que o país sofreu ao longo de sua história. Já não é de hoje que esse povo sofre: em menos de meio século a maioria de seus primitivos habitantes, mais de 300 mil índios taínos, havia sido exterminada, dizimada pela escravidão nas minas de ouro, ou em massacres e epidemias. Mas voltemos ao presente, à minha viagem em particular, quando me defrontei com a “fronteira da morte”, a ponte que separa a República Dominicana com o Haiti. Da morte, pois é o que mais se vê naquele lugar, onde seres humanos são tratados como animais e, ao invés de comida, procuram lixo para se alimentar. Matam-se por uma ou duas moedas, e por elas também fazem qualquer coisa. E é exatamente isso que queremos mostrar nessa matéria e minha viagem juntamente com o Pr. Silas de Souza. Confesso que foi extremamente cheia de temores e receios. Primeiro que eu só havia ouvido falar coisas péssimas, e é claro que isso nos deixa tensos. Quando se chega à fronteira parece que todas as notícias ruins vêm à sua mente de tal forma que chegamos a pensar muitas vezes se vale a pena entrar. E para ajudar, quando fomos fazer as documentações na fronteira descobrimos que tudo funciona à base de corrupção, é preciso ter um dinheiro extra para poder comprar um, dois e todos quantos forem preciso para poder conseguir o que se quer. E o que nós queríamos era apenas entrar e visitar as escolas que os Gideões Missionários mantêm ali com nossos missionários. Imaginem uma loucura, um corre-corre, pessoas por todo lado gritando, carregando em suas cabeças pesos incalculáveis, a maioria deles moribundos e maltrapilhos. Um cheiro horrível, no mesmo lugar onde defecam e urinam fazem suas comidas, e por incrível que pareça as vendem. Pela insegurança procuramos os soldados da ONU, conhecidos como os “capacetes azuis”, que tentam nos proteger, porém nos advertiram que a segurança continuaria sendo frágil, e que o uso de seu território por redes internacionais de tráfico de drogas e armas segue afetando sua estabilidade. Mas mesmo assim eles eram a nosso única forma de proteção.

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